Violência ou Preconceito?

Vivemos em um país onde a democracia deveria ser plena, porém nem sempre é isso que podemos verificar nas atitudes dos nossos governantes. O reflexo disso está diretamente nas atitudes sociais, para exemplificar temos as cotas para os negros, que mais do que um direito demonstra a fragilidade de tratamento em relação a uma raça, pois a exclusão está mais na classe social em que você vive do que na cor de pele.
As formas de violência em relação a isso se demonstrar de inúmeras formas, seja no preconceito escancarado ou no velado como podemos verificar nos salários dessa ou daquela classe.
Esse tipo de violência ou preconceito se demonstra em diversos níveis, alguns menos outros mais cruéis, se é que podemos tratar dessa forma.
Em relação a preconceito, o que por diversas vezes se traduz em violência, podemos relacionar algumas muito cruéis, para ilustrar vamos citar apenas dois exemplos: a violência contra a mulher e contra o idoso. E o que é mais cruel nessa violência é a sua similaridade: são domésticas. Sim, são violências praticadas dentro do próprio lar.
Verificamos no Brasil, infelizmente, um aumento em relação à violência ao idoso, as delegacias especializadas demonstram um aumento considerável no registro de ocorrências desse tipo. Essa violência aparece em quarto lugar no universo de denúncias dentro das delegacias especializadas. A violência física contra o idoso normalmente ocorre dentro das suas residências e muitas vezes são praticadas por seus próprios parentes, sejam eles filhos ou netos. Mas o porquê dessa violência é o que torna tudo mais intrigante.
O que leva uma pessoa a agredir outra que normalmente é desprotegida, sem a menor condição de reação ou defesa? A falta de paciência para cuidar, ou dar a devida atenção a uma pessoa que por sua idade avançada já tenha se tornado criança de novo? A sensação de poder em relação a uma pessoa mais frágil? Ou o preconceito em ter que tratar alguém que podemos subjugar?
Mas enfim, eles são agredidos e muitas vezes chegam ao óbito devido à gravidade com que são agredidos. Temos legislação que protege o idoso, mas muitas vezes a agressão covarde não pode ser comprovada. Embora, muitas vezes com o auxílio de câmeras escondidas chegamos aos culpados, sejam eles parentes ou mesmo uma pessoa contratada para cuidar de quem precisa de amparo e uma atenção especial.
Além das agressões físicas temos o abandono.
As casas de repousos destinadas a idosos são comumente procuradas pelos filhos dos internos. Os próprios parentes, filhos, filhas, irmãos, alegando que não tem condições para cuidar ou tratar de seus parentes e preferem a internação em casas de repouso a cuidar dos mesmos. E muitas vezes ficam ao abandono, uma vez que se registram inúmeros casos em que os parentes simplesmente “esquecem” de visitar seu ente, se limitando simplesmente ao pagamento pela estada dele na casa de repouso. Isso embora não seja registrado em boletins de ocorrências é também uma violência sem precedentes. A final de contas deixar sem amparo quem necessita é, ou pelo menos deveria, ser comparado ao crime de omissão de socorro.
Esses são poucos exemplos sobre a crueldade da violência contra o idoso que podemos perceber no nosso dia a dia, e com a ajuda da mídia, cada vez mais devemos como cidadão, combater mais esse crime, seja através de atitudes saudáveis ou fazendo denúncias nos casos que por ventura venhamos a conhecer.
Mas disso tudo fica a pergunta: o que gera essa violência? O preconceito ou a intolerância?
As formas de violência em relação a isso se demonstrar de inúmeras formas, seja no preconceito escancarado ou no velado como podemos verificar nos salários dessa ou daquela classe.
Esse tipo de violência ou preconceito se demonstra em diversos níveis, alguns menos outros mais cruéis, se é que podemos tratar dessa forma.
Em relação a preconceito, o que por diversas vezes se traduz em violência, podemos relacionar algumas muito cruéis, para ilustrar vamos citar apenas dois exemplos: a violência contra a mulher e contra o idoso. E o que é mais cruel nessa violência é a sua similaridade: são domésticas. Sim, são violências praticadas dentro do próprio lar.
Verificamos no Brasil, infelizmente, um aumento em relação à violência ao idoso, as delegacias especializadas demonstram um aumento considerável no registro de ocorrências desse tipo. Essa violência aparece em quarto lugar no universo de denúncias dentro das delegacias especializadas. A violência física contra o idoso normalmente ocorre dentro das suas residências e muitas vezes são praticadas por seus próprios parentes, sejam eles filhos ou netos. Mas o porquê dessa violência é o que torna tudo mais intrigante.
O que leva uma pessoa a agredir outra que normalmente é desprotegida, sem a menor condição de reação ou defesa? A falta de paciência para cuidar, ou dar a devida atenção a uma pessoa que por sua idade avançada já tenha se tornado criança de novo? A sensação de poder em relação a uma pessoa mais frágil? Ou o preconceito em ter que tratar alguém que podemos subjugar?
Mas enfim, eles são agredidos e muitas vezes chegam ao óbito devido à gravidade com que são agredidos. Temos legislação que protege o idoso, mas muitas vezes a agressão covarde não pode ser comprovada. Embora, muitas vezes com o auxílio de câmeras escondidas chegamos aos culpados, sejam eles parentes ou mesmo uma pessoa contratada para cuidar de quem precisa de amparo e uma atenção especial.
Além das agressões físicas temos o abandono.
As casas de repousos destinadas a idosos são comumente procuradas pelos filhos dos internos. Os próprios parentes, filhos, filhas, irmãos, alegando que não tem condições para cuidar ou tratar de seus parentes e preferem a internação em casas de repouso a cuidar dos mesmos. E muitas vezes ficam ao abandono, uma vez que se registram inúmeros casos em que os parentes simplesmente “esquecem” de visitar seu ente, se limitando simplesmente ao pagamento pela estada dele na casa de repouso. Isso embora não seja registrado em boletins de ocorrências é também uma violência sem precedentes. A final de contas deixar sem amparo quem necessita é, ou pelo menos deveria, ser comparado ao crime de omissão de socorro.
Esses são poucos exemplos sobre a crueldade da violência contra o idoso que podemos perceber no nosso dia a dia, e com a ajuda da mídia, cada vez mais devemos como cidadão, combater mais esse crime, seja através de atitudes saudáveis ou fazendo denúncias nos casos que por ventura venhamos a conhecer.
Mas disso tudo fica a pergunta: o que gera essa violência? O preconceito ou a intolerância?




